Presidente dos EUA antecipou saída do G7 em meio à escalada de bombardeios entre Irã e Israel e convocou reunião de emergência com equipe de segurança
Em meio à escalada do conflito entre Irã e Israel, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (17) que os EUA e Israel não planejam, por ora, assassinar o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei. No entanto, ele advertiu que essa decisão pode mudar conforme a evolução da guerra. Trump também exigiu uma rendição incondicional por parte do Irã.
“Sabemos exatamente onde o chamado 'líder supremo' está escondido. Ele é um alvo fácil, mas está seguro por enquanto. Não vamos tirá-lo de lá ao menos não neste momento. Mas não queremos ver mísseis sendo lançados contra civis ou soldados americanos. Nossa paciência está acabando”, escreveu Trump em sua rede social Truth Social.
Mais cedo, o Exército de Israel afirmou que as principais lideranças iranianas haviam deixado o país. A fala de Trump reforçou a tensão entre as nações após cinco dias consecutivos de ataques. Desde a última sexta-feira, confrontos e bombardeios já deixaram ao menos 248 mortos, segundo números divulgados pelas autoridades de ambos os países.
Diante do agravamento da situação, Trump deixou a cúpula do G7, no Canadá, antes do previsto, e retornou a Washington, onde convocou uma reunião de emergência com sua equipe de segurança nacional.








