Em artigo contundente, jornalista critica aliança entre Lula e Supremo e afirma que o Brasil vive uma institucionalização do roubo com aval do Estado
Em sua mais recente coluna na Revista Oeste, o jornalista J.R. Guzzo faz uma crítica contundente ao que define como a transformação da corrupção em uma política de Estado no Brasil. Segundo ele, a atual aliança entre o governo Lula e o Supremo Tribunal Federal está promovendo um ambiente em que fraudes são toleradas, protegidas e até tratadas como expressões legítimas da soberania nacional.
Guzzo cita como exemplos o escândalo bilionário envolvendo o INSS, que estaria pagando benefícios indevidos em larga escala, e o uso irregular do seguro-defeso, onde milhares de pessoas recebem sem nunca terem pescado. Ele afirma que o governo evita combater essas fraudes para não desagradar suas bases eleitorais e que o STF garante a impunidade, agindo como um escudo para proteger aliados e impedir investigações.
Para o jornalista, o Brasil está institucionalizando o roubo como ferramenta de governo, ao mesmo tempo em que desqualifica qualquer tentativa de fiscalização como “ataque à democracia” ou “influência estrangeira”. Guzzo ainda denuncia o uso seletivo das instituições para perseguir adversários e blindar aliados, num cenário em que o crime é recompensado desde que esteja alinhado ao projeto de poder vigente.
Ele conclui que a corrupção deixou de ser um desvio para se tornar regra, e que o país caminha para ser reconhecido internacionalmente não apenas pela impunidade, mas pela legitimação do roubo como parte da estrutura oficial do Estado.








