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Alan Sanches anuncia obstrução na AL-BA contra urgências do governo e critica novos empréstimos

Vice-líder da oposição diz que Jerônimo Rodrigues já pediu R$ 23 bilhões em créditos desde o início do mandato e acusa governo de impor votações sem debate

O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil), vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), afirmou que vai propor à bancada oposicionista a adoção de um processo de obstrução aos projetos enviados pelo Executivo em regime de urgência. Segundo ele, a prática adotada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) compromete o debate legislativo e impede que os parlamentares e a sociedade baiana participem da análise das propostas nas comissões técnicas.

“Vou sugerir aos colegas a obstrução de todos esses projetos. O governo já conta com ampla maioria, mas ainda assim não quer permitir a discussão transparente antes das votações”, disse Sanches.

Entre as matérias que tramitam na Casa, está o 19º pedido de empréstimo do atual governo, no valor de R\$ 4,5 bilhões. O deputado destacou que, somados, os créditos solicitados por Jerônimo desde o início da gestão chegam a R\$ 23 bilhões. “É um volume desenfreado. E a pergunta que fica é: o que mudou na Bahia desde então? Houve melhora na segurança pública? A fila da regulação da saúde diminuiu? A população está cansada de promessas e da falta de resultados concretos”, criticou.

Além do novo crédito, outros projetos também foram enviados em caráter de urgência, como mudanças na estrutura das unidades de segurança pública. Para Sanches, o governo tenta aprovar tudo “a toque de caixa”. “Como os deputados podem contribuir para aprimorar os textos, se não há tempo de examinar com profundidade? O governo não vai passar o rolo compressor”, afirmou.

O parlamentar ainda lembrou que, segundo o parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA), a Bahia apresentava em 2024 uma defasagem de cerca de 15 mil policiais militares e de 35% do efetivo da Polícia Civil. “Mais do que novos empréstimos, o governo precisa apresentar uma política consistente para a segurança pública, começando pelo básico, que é recompor o efetivo. O mesmo vale para a saúde: até hoje não foi anunciada nenhuma medida eficaz para resolver a fila da regulação, que continua sendo a ‘fila da morte’”, concluiu.

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