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Bolsonaro já está no quarto e cirurgia não teve intercorrências, dizem médicos

Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, autorizou internação do ex-presidente para realização da cirurgia; Bolsonaro cumpre pena de prisão por tentativa de golpe na PF.

Terminou no início da tarde desta quinta-feira (25) a cirurgia para o tratamento de uma hérnia inguinal bilateral no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O procedimento foi pedido pela defesa e autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na terça-feira (22). A operação durou cerca de 3h30.

Segundo a equipe médica, o procedimento transcorreu dentro do previsto e sem intercorrência. O ex-presidente já está no quarto.

"Procedimento cirúrgico realizado hoje transcorreu de acordo com o previsto, que foi uma hernia inguinal bilateral dos dois lados, então o presidente tinha uma hérnia do tipo mista, direta e indireta e foi corrigida", explicou o médico cirurgião Cláudio Birolini em entrevista a jornalistas. "Foi feita um reforço da parede abdominal e foi colocada uma tela de material plástico", completou.

Ele acrescentou que os cuidados nos próximos dias serão voltados a analgesia, fisioterapia, dentre outros procedimentos e que o tempo de recuperação será de cinco a sete dias.

Já o procedimento para corrigir os soluços deve ser feito na próxima segunda-feira (29). De acordo com o cardiologia Brasil Caiado, que acompanha Bolsonaro, a decisão visou otimizar o tratamento.

"Nós optamos por questões de precaução otimizar o tratamento clínico, melhorar a dieta, potencializar toda a medicação e observar nesses próximos dias a necessidade ou não desse procedimento, provavelmente nós o faremos na segunda-feira, que é o tempo para ele responder a medicação", afirmou.

Boletim Médico

Um boletim médico divulgado pela equipe médica informa que Bolsonaro segue em cuidados pós-operatórios "incluindo analgesia, fisioterapia motora e prevenção de trombose venosa".

"No momento, encontra-se em otimização do tratamento clínico dos soluços, devendo ser reavaliada a necessidade do procedimento intervencionista nos próximos dias", diz o comunicado dos médicos.

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