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Kassab mantém Tarcísio no radar presidencial e diz que política “não admite a palavra nunca”

Presidente nacional do PSD afirma que governador de São Paulo tende à reeleição, mas admite que fatos novos podem alterar o cenário até 2026

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, comentou as declarações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que voltou a afirmar que não pretende disputar a Presidência da República em 2026. Após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, em Brasília, Tarcísio reiterou que seu foco está na reeleição ao governo paulista e que apoiará a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto.

Em entrevista à GloboNews, Kassab avaliou que, embora o governador tenha sido enfático sobre seus planos, a política é marcada por mudanças de cenário e não comporta afirmações definitivas. Segundo ele, novas circunstâncias podem surgir ao longo do tempo e alterar decisões previamente anunciadas.

Para Kassab, no cenário atual, a tendência é que Tarcísio seja candidato à reeleição em São Paulo, mas o dirigente evitou descartar completamente a possibilidade de uma candidatura presidencial. Ele destacou que termos como “nunca” e “jamais” não se aplicam à análise política, justamente pela dinâmica dos fatos e do contexto.O presidente do PSD também reforçou a intenção do partido de participar ativamente da disputa presidencial de 2026. A legenda conta hoje com três governadores apontados como possíveis candidatos: Ronaldo Caiado, de Goiás; Ratinho Júnior, do Paraná; e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul.Segundo Kassab, a escolha do nome que representará o PSD não será feita por meio de prévias nem terá como critério principal pesquisas eleitorais. A decisão, de acordo com ele, será política, conduzida pela direção nacional do partido, após diálogo com as principais lideranças do país, com o objetivo de construir uma definição consensual.Kassab avaliou ainda que, caso o PSD não enfrente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno, o candidato da sigla deverá receber de forma quase automática os votos do campo bolsonarista, especialmente os eleitores ligados ao senador Flávio Bolsonaro.

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