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Raissa Soares critica falta de apoio à ciência após pesquisadora perder patente internacional

Pré-candidata a deputada federal pelo PL afirma que ausência de prioridade do poder público compromete avanços científicos e cobra mais investimentos na pesquisa brasileira

A ex-secretária de Saúde de Porto Seguro e pré-candidata a deputada federal pelo PL, Raissa Soares, criticou a condução das políticas de incentivo à ciência no Brasil após a pesquisadora Tatiana Sampaio, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, relatar a perda da patente internacional da polilaminina por falta de recursos para custear as taxas de manutenção.

A substância, desenvolvida pela cientista, apresenta potencial para reconstrução de conexões nervosas e recuperação de movimentos em pacientes com lesões na medula espinhal, incluindo casos de paraplegia e tetraplegia. Segundo Tatiana, cortes no financiamento à pesquisa, especialmente em 2015 e 2016, durante o governo da então presidente Dilma Rousseff, dificultaram o pagamento das patentes no exterior.

A pesquisadora afirmou ainda que a patente nacional foi concedida apenas em 2025, após 18 anos de tramitação. Como o prazo total de exclusividade comercial é de 20 anos, restariam dois anos para exploração exclusiva da tecnologia no Brasil.

Nas redes sociais, Raissa Soares atribuiu a perda da patente internacional à falta de prioridade do poder público e direcionou críticas ao PT. “A doutora Tatiana Sampaio está por trás de uma descoberta com potencial de devolver movimentos a pessoas paraplégicas. Uma inovação que poderia colocar o Brasil na vanguarda da medicina. E o que aconteceu? A patente internacional venceu por falta de verba. Não foi falta de dinheiro, foi falta de prioridade”, declarou.

A pré-candidata também mencionou valores revelados pela Operação Lava Jato para reforçar o argumento de que haveria recursos disponíveis, mas ausência de decisão política para investir na proteção de inovações estratégicas. “Decisões assim custam avanço, protagonismo e vidas transformadas. O Brasil tem cientistas brilhantes, mas precisa tratar ciência como prioridade de Estado”, afirmou.

Raissa concluiu defendendo maior valorização da pesquisa científica e políticas públicas que garantam financiamento contínuo e proteção internacional às descobertas desenvolvidas no país.

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